Dara Mota

Psicóloga

Avaliação neuropsicológica para TDAH · CRP 11/15246​

Avaliação neuropsicológica de TDAH para mulheres adultas que passaram anos achando que era só ansiedade.

Se você vive cansada, dispersa e sempre correndo atrás do próprio dia, existe a chance de que o problema não seja a sua rotina — e sim como a sua atenção funciona. A avaliação neuropsicológica investiga isso com método, e te devolve um caminho do que fazer com a resposta.

Dara Mota • Psicóloga • CRP 11/15246

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Você se reconhece?

Você já ouviu que é ansiedade, que é estresse, que é fase. E nada disso explicou por que continua acontecendo.​

As descrições abaixo são as que mais aparecem no primeiro contato de mulheres que chegam até mim. Não são um teste e não fecham diagnóstico. São o ponto de partida de uma conversa.

A cabeça que não desliga​

Você deita, e a mente continua. Reorganiza conversas, antecipa problemas, revisa o que já passou. Dormir vira negociação e relaxar parece uma habilidade que todo mundo tem, menos você. Você chama isso de ansiedade porque foi o único nome que te deram.

O cansaço que dormir não resolve​

Você acorda e já começa devendo. Não é sono atrasado, não é preguiça, não é falta de vitamina. É o custo de manter, o dia inteiro, uma organização que para os outros parece automática. Você gasta energia num lugar onde ninguém vê.

O contraste que ninguém entende​

Você trabalha até meia-noite numa coisa que te interessa, sem sentir o tempo passar, e ainda revisa três vezes porque nunca está bom o suficiente. Mas lavar uma louça ou marcar uma consulta viram uma montanha. Não é falta de vontade — é a forma como a sua atenção se distribui.

O tempo que some

Você olha o relógio e perdeu duas horas sem saber onde. Chega atrasada mesmo saindo cedo, esquece o que combinou ontem, perde chave, cartão e documento com uma frequência que já virou piada em casa. Isso tem nome: cegueira temporal, e é uma das marcas mais consistentes do TDAH em adultos.

A lista que nunca fecha

Você começa quatro coisas e termina uma. Adia o que é simples e depois se cobra por ter adiado. No fim do dia você fez muita coisa e sente que não fez nada. A culpa chega mais rápido que o descanso.

O tribunal interno

Você se acha uma péssima profissional, uma péssima mãe, uma péssima esposa — às vezes as três no mesmo dia. Você olha para as mulheres que acordam às cinco, treinam, trabalham e ainda dão conta da casa, e conclui que o problema é você. Ninguém te disse que pode ser outra coisa.

Se três dessas descrevem a sua rotina, isso não é fraqueza e não é falta de força de vontade. É motivo para investigar.

O que costuma acontecer antes

O ciclo do “quase dando conta”.​

Quase toda mulher que chega até mim já passou por esse circuito mais de uma vez. Ele se repete porque cada tentativa mira no sintoma, e nunca no que está sustentando o sintoma.

SINTOMA

O sintoma aparece

Cansaço, dispersão, adiamento, a cabeça acelerada. Nada disso vem com nome.

RÓTULO​

Você nomeia errado​

“Deve ser ansiedade.” Ou estresse. Ou excesso de trabalho. É o nome mais disponível, não o mais preciso.

TENTATIVA

Você trata o rótulo​

Respiração, agenda nova, aplicativo, disciplina, às vezes medicação. Estratégias legítimas — para outro problema.

ALÍVIO​

Melhora por algumas semanas

E você acredita que finalmente resolveu.

RECAÍDA​

Volta

Porque a causa nunca foi tocada. E você conclui que o problema é você. Aí você se esforça mais, e o ciclo recomeça mais pesado.

Rodar esse ciclo por anos cobra caro. A exaustão mental prolongada abre espaço para quadros que se instalam por cima — ansiedade e depressão entre os mais comuns. O que interrompe o ciclo não é mais esforço. É informação.

TDAH em mulheres

Três motivos pelos quais isso passou despercebido a vida inteira.​

O TDAH foi historicamente subdiagnosticado em mulheres. Não porque elas tenham menos, mas porque aparece de um jeito que os critérios tradicionais não foram feitos para enxergar.

A inquietação é mental, não física​

O estereótipo do TDAH é a criança que não para na cadeira. Em mulheres, a hiperatividade costuma ser interna: pensamento acelerado, devaneio, desorganização por dentro. De fora não se vê nada — e é justamente por isso que ninguém investiga.

A camuflagem

Você desenvolveu, sem perceber, um arsenal de estratégias para esconder a dificuldade: listas, alarmes, chegar mais cedo, revisar tudo três vezes, trabalhar dobrado para entregar o mesmo que os outros. Funciona — e cobra o preço em exaustão. Camuflar dá certo até o dia em que a conta chega.

O diagnóstico que veio antes​

Ansiedade, depressão e burnout costumam ser identificados primeiro, porque são o que aparece na superfície. Não estão errados, e muitas vezes existem de verdade. Mas quando a raiz não é investigada, o tratamento alivia sem resolver.

É por isso que tanta mulher só descobre depois dos trinta. E é por isso que o diagnóstico tardio costuma vir acompanhado de alívio: pela primeira vez, a história inteira faz sentido.

Como isso é investigado​

Sua exaustão mental tem motivo.

A avaliação neuropsicológica é um processo estruturado, conduzido por psicóloga, que investiga como funcionam a atenção, a memória, as funções executivas e a regulação emocional de uma pessoa, usando entrevista clínica, escalas validadas e testes cognitivos padronizados. No caso do TDAH em adultos, ela serve para diferenciar o que é característica de funcionamento cognitivo do que é ansiedade, depressão ou efeito de sobrecarga — quadros que se parecem por fora e pedem condutas diferentes.

Esquecimento e adiamento não são falta de esforço nem preguiça. São comportamentos que têm explicação no funcionamento cognitivo, e é isso que a avaliação examina — com instrumento, não com achismo.

Atenção​

Existe mais de um tipo de atenção — sustentada, alternada, dividida — e é comum ter dificuldade em um e facilidade em outro. É por isso que você consegue focar horas numa coisa e nenhum minuto em outra.

Funções executivas​

São os processos que planejam, iniciam, organizam, priorizam e sustentam uma tarefa até o fim. Quando estão prejudicados, a rotina desmonta mesmo com a melhor das intenções. Não é caráter, é funcionamento.

Regulação emocional​

A forma como a intensidade emocional aparece, escala e passa. É a área que mais se confunde com ansiedade — e a que mais muda de leitura depois da avaliação.

A avaliação neuropsicológica descreve funcionamento e reúne evidências. Ela não substitui a consulta médica, e a conclusão diagnóstica formal de TDAH costuma ser fechada em conjunto com médica ou médico. O laudo é o que dá a essa conversa uma base técnica.

O que você leva daqui​

As perguntas que você carrega há anos, respondidas com método.​

Cada item abaixo é uma pergunta que aparece no primeiro contato. A avaliação não responde todas com um sim ou um não — ela responde com descrição, e é a descrição que muda o que você faz depois.

“É TDAH ou é ansiedade?”​

As duas coisas se parecem por fora e se separam nos testes. A avaliação examina os dois cenários, e a possibilidade de coexistirem — o que é mais comum do que se imagina.

“Por que eu não consigo manter uma rotina?”​

A resposta está em quais funções executivas estão preservadas e quais não estão. Saber isso muda a estratégia que faz sentido para você.

“Por que eu esqueço tanto e me atraso tanto?”​

Memória e atenção são coisas diferentes, e o esquecimento costuma ser um problema de atenção na hora do registro. A percepção de tempo também é medida. A avaliação separa uma coisa da outra.

“Por que eu reajo com tanta intensidade?”​

Impulsividade e regulação emocional são domínios avaliados. Entender como eles operam em você é o que permite trabalhar neles — inclusive nas decisões que hoje te custam dinheiro.

“Preciso de tratamento ou só de organização?”​

Com o funcionamento descrito, fica possível avaliar o que é ajuste de rotina, o que pede acompanhamento e o que pede encaminhamento médico. Sem chutar.

“E se não for nada?”​

Também é uma resposta, e é uma resposta útil. A etapa de integração dos dados existe justamente para descartar ou confirmar hipóteses. Saber o que não é encerra uma dúvida que consome anos.

Como funciona

Cinco etapas, do primeiro “oi” até você saber o que fazer.​

Todo o processo é online, por videochamada. Você não precisa se deslocar e não precisa chegar com as palavras certas.

CONVERSA

Você manda a primeira mensagem​

A gente conversa sobre o que está te incomodando. Eu explico como a avaliação funciona, quanto tempo leva e o que você recebe no fim. Aqui você não precisa saber nomear nada.

ANAMNESE

A entrevista que dá contexto​

Sua história desde a infância: marcos de desenvolvimento, vida escolar, trajetória profissional e as dinâmicas familiares de hoje. São 2 sessões.

TESTAGEM

Escalas e testes cognitivos

ASRS-v1.1, inventários retrospectivos de infância e testes que medem atenção, memória de trabalho, velocidade de processamento e funções executivas. Não é prova e não dá para estudar antes. São 5 sessões.

INTEGRAÇÃO​

O cruzamento dos dados

Eu cruzo os resultados com o seu relato e a sua história de vida, confirmando ou descartando diagnósticos diferenciais. É ela que separa um laudo de verdade de um teste online.

DEVOLUTIVA

A leitura do laudo com você​

Na última sessão vou te apresentar o que foi encontrado, seus pontos fortes, os desafios e os encaminhamentos que fazem sentido. Você não sai daqui com um documento e uma dúvida nova.

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Depois da devolutiva

O laudo não é o fim. É a primeira vez que você tem instruções do próprio funcionamento.​

O que muda não é a sua cabeça — é o que você passa a fazer com ela. Quatro coisas costumam mudar de lugar depois da devolutiva.

Autoconhecimento que reorganiza a história​

Você para de interpretar vinte anos de dificuldade como falha de caráter. Isso sozinho já tira um peso que nenhuma técnica de produtividade tirou.

Alívio da exaustão mental​

Quando você sabe onde está gastando energia à toa, dá para parar de gastar. A camuflagem custa caro por ser invisível — nomear é o que permite abrir mão dela.

Estratégias que funcionam para o seu cérebro​

Agenda, alarme e lista falham com você por um motivo específico, que o laudo descreve. Com o perfil na mão, dá para escolher o que tem chance de funcionar.

Direcionamento claro

O laudo aponta o que fazer a seguir: se cabe acompanhamento psicoterapêutico, se cabe avaliação médica, o que priorizar primeiro. Você sai com um caminho, não com um diagnóstico solto.

Para quem quiser seguir com acompanhamento depois da avaliação, a gente conversa sobre isso na devolutiva — mas isso é uma decisão sua, tomada depois, com os dados na mão.

Por que comigo

O que muda quando quem avalia já esteve do outro lado da pergunta.​

Existem várias profissionais competentes fazendo avaliação neuropsicológica. Estes são os quatro pontos em que o meu trabalho é diferente — e você tem todo o direito de comparar.

Recorte em mulheres adultas

Todo o meu protocolo parte de como o TDAH se apresenta em mulheres: mais inquietação mental que física, mais camuflagem, mais autocobrança. É por isso que tanta mulher chega aos trinta e poucos ouvindo que é só ansiedade.

A avaliação não termina no laudo​

O documento é o meio, não o fim. A devolutiva existe para transformar o resultado em decisões concretas sobre a sua rotina. Sair com o laudo e sem plano é sair pela metade.

Online

O atendimento por meios digitais é regulamentado pela Resolução CFP nº 09/2024. Todo o processo é conduzido por videochamada, com os mesmos instrumentos e o mesmo rigor do presencial.

Uma pessoa só, do começo ao fim​

Quem conversa com você no WhatsApp é a mesma que faz a anamnese, aplica os testes, integra os dados, escreve o laudo e faz a devolutiva. Sem repassar o seu caso adiante.

Sobre mim

Eu passei anos achando que era só ansiedade. Sendo psicóloga.

Sou Dara Mota, psicóloga, inscrita no CRP 11/15246, e trabalho com avaliação neuropsicológica de adultos, com foco em mulheres que suspeitam de TDAH.

Escolhi essa área porque foi o que aconteceu comigo. Durante muito tempo eu atribuí à ansiedade coisas que eu simplesmente achava normais: a cabeça que não parava, o cansaço que não passava, a dificuldade absurda com tarefas pequenas ao lado da facilidade de trabalhar até tarde no que me interessava. Só fui entender depois de estudar o assunto a fundo. Se eu, com formação em psicologia, demorei tanto para perceber, imagina quem nunca teve acesso a essa informação.

Na prática, o que eu mais vejo é mulher que chegou aqui achando que o problema era ela. Não era. Era um funcionamento que ninguém tinha explicado. Por isso eu não trabalho só com o laudo: eu trabalho para que você saia entendendo como a sua cabeça opera e o que fazer com isso. Eu não prometo diagnóstico, não prometo resultado e não prometo cura. O que eu ofereço é um processo sério e uma resposta clara — inclusive quando a resposta é que não é TDAH.

Dara.

Dara Mota • CRP 11/15246

Dúvidas frequentes​

O que as pessoas costumam perguntar antes de começar.​

Resposta direta na primeira frase. Se a sua dúvida não estiver aqui, é só me chamar no WhatsApp.

Sim. O atendimento psicológico por meios digitais é regulamentado pela Resolução CFP nº 09/2024, em vigor desde agosto de 2024. A avaliação é conduzida por videochamada, com os mesmos instrumentos e o mesmo protocolo do formato presencial.

A entrevista inicial (Anamnese) levam 2 sessões, a testagem levam 5 sessões, e a devolutiva leva 1 sessão. Entre a testagem e a devolutiva existe o período de integração dos dados, em que eu cruzo os resultados com a sua história. A frequência dos encontros é combinada com você, dentro dos horários de segunda a quinta, das 9h às 20h.

Também é um resultado, e um resultado útil. A avaliação investiga hipóteses; se o TDAH não se confirmar, o laudo descreve o que foi encontrado e aponta o caminho mais adequado para a sua queixa. Você não sai sem resposta.

Não. Você pode procurar a avaliação por conta própria. Se já houver acompanhamento médico ou psicoterapêutico, as informações ajudam, mas não são pré-requisito.

São processos complementares. A consulta psiquiátrica é médica e pode incluir prescrição. A avaliação neuropsicológica é conduzida por psicóloga e descreve, com testes padronizados, como as suas funções cognitivas operam. Muita gente faz a avaliação justamente para levar dados concretos à consulta médica.

O valor depende do protocolo definido depois da nossa primeira conversa, e eu passo o valor fechado por WhatsApp antes de qualquer compromisso. Não trabalho com convênio.

Não. Psicóloga não prescreve medicação. O que você recebe é o laudo neuropsicológico, que pode ser levado a uma consulta médica caso essa seja a conduta indicada.

Não. O diagnóstico tardio em mulheres adultas é o cenário mais comum, não a exceção, justamente porque os critérios tradicionais foram construídos a partir do perfil infantil masculino. Descobrir aos trinta, aos quarenta ou depois muda o que você faz daqui para frente — e costuma reorganizar a leitura de tudo que ficou para trás.

O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento estudado há décadas, e o que aumentou nos últimos anos foi o acesso à informação, não a existência do quadro. É exatamente por isso que a avaliação formal importa: ela separa quem se identificou com um vídeo de quem tem, de fato, um funcionamento que aparece nos testes.

Isso é o mais comum, e não é um problema. A entrevista existe para organizar junto com você o que hoje parece solto. Você não precisa chegar com as palavras prontas.

vamos conversar.

Você já convive com essa dúvida há tempo demais. Que tal ter uma resposta?​

Não precisa ter certeza de nada agora. Não precisa ter um diagnóstico, nem uma explicação bem montada do que você sente. Só me conta o que está acontecendo — a gente organiza o resto junto.

Quem responde é a própria Dara, de segunda a quinta, das 9h às 20h.

Dara Mota

Psicóloga​

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